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Crítica do Filme: A Menina que roubava livros

A História da garota que para aprender a conviver em meio a segunda guerra mundial, rouba livros. Narrado pela Morte, Liesel Meminger, perde seu irmão durante sua ida até os Hubermann, o casal Rosa e Hans que a adota. A garota cria um forte laço com a familia e com o amigo Rudy. Nessa laço, ela faz uma nova amizade, com Max, um judeu que esta fugindo de Hitler. Essa história veio para o cinema, após fazer muito sucesso com os livros, criando milhares de fãs ao redor do mundo.

Antes de começar, quero dizer que não falarei do tal como uma adaptação - posso até colocar - mas falarei dele como um filme.

Nunca pensei que um filme poderia ser tão perfeito como esse. A adaptação foi brilhante. Quando eu li, o famoso livro de Markus Zusak, estava doido para saber quem seriam os respectivos personagens principais da história. A escolha do elenco, foi ótima. A atuação e o brilhantismo com que Sophie Nélisse, a Liesel, desenvolveu o seu personagem, deixou a trama mais surpreendente e emocionante.

O brilhantismo está na parte com que eles desenvolveram a cidade em meio a Segunda Guerra Mundial. Para um livro, é fácil você colocar as descrições e a imagem fica a seu critério. Já em um filme, complica muito na hora de desenvolver toda a cidade. As bandeiras utilizadas, os carros de época, e até os livro que eram roubados, garanto que foram tempos de muito esforço.

O declínio que a história transpassa, nos deixa perceber que realmente necessitamos de um livro. A infância de Liesel, é resumida a isto. Quase sem comida, futebol a tarde, acordeão e o mais importante, a leitura, se tornam a vida, que muitas vezes ela não queria ter tido, de Liesel. O autor, Markus Zusak sabe bem o poder que as palavras possuem e isso se torna, da melhor maneira possível, em um filme magnífico.

Os efeitos especiais usados nas explosões, e na destruição foram bons, mas não foge do que estamos acostumados a ver. Agora o que realmente me chamou a atenção, foi a maquiagem. A maneira como eles fizeram a imagem de Liesel se tornar tão perfeita, foi incrível.

O diretor Brian Percival - Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore  - se superou. Eu realmente me surpreendi, pois não achava que seria tão bom quanto a série Downton Abbey, que tem como um dos diretores, Brian Percival. É realmente perfeito.

Sem mais delongas, este filme é lindo e emocionante. Com certeza será indicado ao Oscar 2014.

"Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler"




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