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Crítica do Filme: Chamada de Emergência

Halle Berry se encontra em meio a um assassino psicopata, e precisa pelo menos tentar salvar a vida de uma garota que foi sequestrada. Ela fica completamente perdida e sem saber o que fazer. Em meio a essa desolação, seu marido policial, também quer ajuda-la, fazendo o possível para pegar o maníaco. Quem terá mais garra e persistência? O maníaco ou a Jordan?

O filme conta a história de Jordan (Halle Berry), uma atendente de serviço de emergência nos EUA. Ela precisa salvar, mais uma vez, a vida de uma garota nas mãos de um psicopata. Essa situação traumática, leva-a a acreditar que isso não tornará a acontecer. Mas isso não é verdade, e ela descobre o novo sequestro, quando está mostrando a colmeia para os novos atendentes. Dessa vez, ela consegue ajudar a garota (Abigail Breslin), mas não por muito tempo.

O que torna esse filme brilhante, é o roteiro. O diretor Brad Anderson, cria uma expectativa angustiante quando estamos de frente o filme. A reviravolta é fenomenal. A decorrência do filme, se passa no drama das mulheres, a atendente e a sequestrada.

Quando nós pensamos que o filme vai dar aquela guinada e o bom, se tornará o vencedor, temos o pior que pode acontecer. Esses filmes que nos deixam angustiados, sem saber o que fazer, nos faz pensar se nós estivemos lá dentro do porta malas. O pior, é estar dentro do porta malas, com um morto.

Quem nunca se sentiu assim?

Mas, o filme mostra também, que nem todo mal, é vilão. Todos fazem isso por um motivo, e o motivo do mesmo é triste, e ao mesmo tempo, repugnante. Vale lembrar, que a façanha de tentar escapar do carro, todas elas sugeridas por Jordan, são incríveis e bem elaboradas. Nunca, uma pessoa em sã consciência, que está prestes a morrer, conseguiria pensar naquelas façanhas, sem a ajuda de alguma pessoa. E isto nos leva ao "Isto realmente é um filme"

Analisando os fatos, o sequestrador jamais deixaria com a vítima um celular, porque senão ocorreria o que aconteceu no filme. E mesmo que a pessoa estivesse com um celular, é bem improvável que ela vá se lembrar de ligar para alguém. Já que a mesma está desesperada. A atendente, que já havia passado por uma situação daquela, retorna a passar, algo que ela não iria querer nunca.

Isto são apenas os fatos que mostram que isso é mesmo um filme, mas não baseado no real. O filme é brilhante e ele vale muito a pena. Até cenas clichês de alguns filmes de terror vemos nele. Minha nota é 9 estrelas. Pois esse sim é um filme que deveria se tornar um clássico.
          

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